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São Paulo – Fisioterapia e Pilates

R. Ibituruna, nº 720 – Saúde.

Entre as estações de metrô Saúde e São Judas (Linha 1-Azul), e entre as avenidas Jabaquara e Abraão de Morais/Ricardo Jafet.

Telefone: (11) 2495-7254 / (11) 96340-0948 / (12) 99127-6296

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16 comentários em “Contato

  1. Tenho 31 anos e sou casada a 7 anos sofro com o vaginismo desde que casei, depois de passar por alguns ginecologistas até que em fim comecei fazer o tratamento com o fisioterapia, faço as sessões com um aparelhinho que usado para pessoas que tem problema para urinar, gostaria de saber quais as chances de conseguir a penetração sem dor.

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    1. Olá Eliane,

      Que ótimo que está fazendo o tratamento com a fisioterapia, ela ajuda muito nos casos de vaginismo! O ideal também seria utilizar dilatadores para ajudar a “dilatar”/”alongar” os músculos que ficam na entrada da vagina, facilitando ainda mais a penetração.
      Converse com seu fisioterapeuta sobre todos os recursos que vocês podem utilizar durante o tratamento e tire suas dúvidas, pois cada caso é um caso. Mas fique tranquila, pois as chances de conseguir uma penetração e sem dor são grandes! O importante é continuar o tratamento e não desistir!

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  2. Livia,

    Sou casada a 7 anos e desde que casei sofro com o vaginismo, me casei virgem e logo na noite de núpcias descobrir que tinha algo errado pois tentamos várias vezes sem nenhum sucesso. Ano apos anos com tentativas frustradas foi então que procurei uma ginecologista e ela disse que era para tomar um vinhosinho e relaxar que isso resolveria, mas lendo engano passou um, dois, três, quatro anos foi quando pesquisei sobre o assunto e ouvir falar sobre o vaginismo então fui a uma ginecologista e falei a respeito e ela me diagnosticou com vaginismo secundário, me indicou um tratamento com psicoterapia e fiz dez meses de sessões me ajudou muito em outras áreas mas no vaginismo não adiantou nada. Quando estava com 6 anos de casada pesquisei e ouvir falar da Livia Frulani sobre a fisioterapia pélvica então procurei uma fisioterapeuta que atendesse no meu convenio e desde então faço o tratamento com aparelho chamado Biofeedback já perguntei para ela sobre os dilatadores e ela falou que o aparelho dilata também, durante o tratamento não lembro a sessão que foi consegui romper o hímen até sangrou mais não consegui a penetração completa sempre falta a ultima parte. Tenho noticias boas, após minha 14º sessão consegui a penetração parcial, comprei os dilatadores e fazendo os exercícios na 20º sessão já consegui minha penetração completa até fiz em outra posição. Estou muito feliz Deus seja louvado enfim meu sofrimento acabou. Em breve vou ter alta, o que falta agora para a cura completa é eu sentir prazer o famoso orgasmo vaginal mais em breve sei que vou ter o mais difícil já foi feito agora é só alegria.

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  3. Prezada Dra Livia,
    boa tarde!

    Não estou gestante, tenho uma filha de 09 anos, e as vezes ao espirrar solto um pouco de urina, e gostaria de saber aparelho EPI-No Plus´para fortalecer o assoalho pelvico ou se é apenas indicado para gestantes?
    obrigada,

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    1. Olá Cássia,

      Independente se a mulher estiver ou não grávida o Epi-no Plus pode ser usado para fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, porém os exercícios devem sempre ser orientados e acompanhados por um profissional especializado.

      Perder urina em qualquer momento não é normal, mesmo que seja um pouquinho e só de vez em quando. Para isto o ideal seria realizar uma avaliação com Fisioterapeuta Uroginecológica para que ela possa verificar o que exatamente está ocorrendo, qual a força dos seus músculos do assoalho pélvico e quais seriam os exercícios adequados para o seu caso. Desta forma você não estaria correndo o risco de se exercitar de forma incorreta (piorando a incontinência), ou ainda de se exercitar pouco (o que não traria muitas mudanças no quadro da incontinência) ou muito em casa (o que pode sobrecarregar os músculos e piorar a incontinência).

      De qual cidade você é? Posso verificar com minhas colegas se há profissionais da área em sua cidade ou região.

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  4. Dra Lívia
    Boa tarde

    Depois que tive uma gravidez de gêmeos , minhas relações sexuais são doloridas na hora da penetração e durante , já fui em vários ginecologista fiz diversos exames , e nada diagnosticado , gostaria de saber se o vaginismo e diagnosticado por exames ?

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    1. Olá Tamara,

      Não existe um teste específico para o vaginismo, na verdade o diagnóstico para determinar qual disfunção sexual a mulher apresenta, é realizado por eliminação/presença de sintomas.
      Pelo seu relato, provavelmente, o que você tem é o que chamamos de dispareunia (que é caracterizada por dor durante a penetração).
      Curiosamente neste começo de ano tenho recebido muitos e-mails e ligações de mulheres com dúvidas parecidas, por isso escrevemos uma postagem especificamente para ajudar as pessoas a entenderem o que elas podem ter. Dá uma olhada aqui no link: https://liviafrulani.wordpress.com/2017/01/17/vaginismo-x-dispareunia-x-vulvodinia-como-diferenciar/
      Qualquer dúvida estou à disposição!

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  5. Como disse o meu marido: “escreve seu relato sim porque foi através de outros relatos que você descobriu que tem cura para o vaginismo!”.

    Então a minha história começou com a batalha para ir ao ginecologista. Quando eu tinha 18 anos minha tia me levou ao ginecologista, amigo dela, e foi tudo tranquilo. Ele me examinou, na época eu era virgem então ele só passou um cotonete para ver o corrimento e foi ótima a consulta. Assim, passaram-se uns dois anos e eu estava com muito corrimento e preocupada com isso pensei em ir ao médico, mas minha tia não iria poder ficar me acompanhando ao médico a vida toda, então decidi marcar uma consulta e ir sozinha. Marquei a consulta com um médico, aqui em Belo Horizonte, através de uma das maiores redes de planos de saúde que tem em Minas Gerais e no momento que esse médico me examinou já comecei a passar mal. Desmaiei e só senti o médico abrindo minha vagina com algum tecido. Quando dei por mim eu estava sozinha no consultório, de repente ele apareceu e disse que minha pressão havia caído.

    Assim, cheguei em casa e contei para minha avó, minha tia e uma prima, que me olharam e nada falaram. Não sei até hoje o que aconteceu neste dia.

    Em 2005 conheci o meu marido. Quando a gente foi ter a primeira relação eu não sabia bem como agir nem onde se colocava o pênis. Eu nunca havia olhado minha vagina, era uma área desconhecida para mim. E ao tentar ter a primeira relação foi estranho, fiquei muito nervosa e o pênis não entrava. A minha vagina era totalmente fechada, e como eu não me tocava, nem sabia onde era a vagina, na minha cabeça onde o pênis encaixasse era vagina.

    Assim, como eu achava que tinha relações sexuais normalmente, tinha que fazer o temido exame papanicolau e aí minha jornada por ir ao ginecologista começou. Quando eu deitava na “tenebrosa” maca de exame ginecológico já travava todos os meus músculos e quando o médico me tocava, dava um enorme pavor e assim não relaxava a musculatura e o médico não conseguia me examinar. Sentia tanta dor que chegava a machucar a vagina.

    Em uma das consultas que fui levei meu marido, pensei que se ele fosse talvez eu ficaria mais tranquila, mas não foi assim que aconteceu e este médico riu de mim e disse para meu marido que ele iria ter que me internar e disse isso rindo de mim, me ironizando como se eu que não quisesse deixar ele me examinar. Ele, muito ignorante, não tinha era capacidade em tratar da paciente que estava ali e só hoje entendo isso porque, depois de ir em outros médicos que sugeriram, até mesmo, que eu bebesse alguma bebida alcoólica para relaxar, em 2010 conheci a Drª. Luciana Barros.

    Marquei a consulta com ela e quando ela começou a fazer a anamnese eu disse para ela da minha dificuldade em ser examinada por um ginecologista. Assim ela me disse que iria tentar me examinar para poder ver o que eu tinha, quando ela tentou me examinar eu gritei de dor e ela disse para eu vestir minhas roupas novamente e me explicou que o que eu tinha era vaginismo. Que ela, durante o período em que cursava o curso de medicina, havia assistido uma palestra sobre vaginismo e que era para eu procurar uma psicóloga, ela me indicou a Rejane Soares, e me disse que eu estava com o hímen intacto e que a terapia iria me ajudar e que quando eu tivesse relações sexuais normais era para voltar nela para fazer o exame.

    E assim conheci a Rejane, comecei a fazer terapia com ela em 2010. Primeiro ela investigou toda minha vida para saber o que poderia estar causando o vaginismo. Descobri que o meu pai foi o causador do vaginismo. Ele me olhava e me tocava de forma diferente do que um pai tem que tratar uma filha. Tive uma infância muito difícil. Vi meu pai se masturbando, ouvia ele tendo relações sexuais com minha mãe depois de bater nela. E essa má criação desencadeou o vaginismo, eu tinha medo de ser estuprada pelo meu pai e até dormia com as pernas cruzadas para não ser violentada.

    Durante a terapia a Rejane conseguiu me ajudar a me tocar, ver minha vagina com um espelho, coisas que eu não fazia, e assim comecei a conher melhor meu corpo. Eu não sabia a diferença da vagina e do ânus! E desta forma, eu e meu marido, começamos a tentar ter relações sexuais normais, porém eu travava a musculatura da vagina e sentia muito pavor e medo, mas um dia, cansada de toda essa história, decidi ter a minha primeira penetração e fiz com que meu marido forçasse o pênis na minha vagina, eu acreditava que depois que o hímen fosse rompido não iria ter mais problemas na hora do sexo, e assim meu marido forçou o pênis e houve um sangramento.

    “É difícil fazer esse relato, várias vezes paro de escrever e fico pensando em tudo que aconteceu comigo, parece que estou contanto uma história que não tem cabimento ser minha! Fico triste com tudo que passei, gostaria de ter tido uma primeira relação normal, como a maioria das mulheres tem, mas essa não é a minha estória, a minha faz parte das exceções.”

    Então acreditei ter perdido a virgindade e esperava que a partir daquele momento minhas relações sexuais mudassem, mas isso não aconteceu, continuei em pânico e pensava que um dia isso iria passar, porém não passou. Depois de sete anos de terapia nada mudou e comecei a evitar o meu marido. Nossa relação, que era de extrema felicidade, cumplicidade e amizade, em 09 de março de 2017 desmoronou, descobri que meu marido estava acessando sites de relacionamentos.

    Vivi o momento mais difícil do meu casamento. Não sabia o que fazer. Acabei por perdoar o meu marido por culpa de achar que o vaginismo estava desgraçando minha vida. E no momento que entendi isso decidi fazer qualquer coisa para eliminar o vaginismo da minha vida.

    Já havia visto na internet, há um tempo atrás, um médico que estaria tratando pacientes com vaginismo e decidi procurar ele novamente na internet porém não encontrei ele, mas me assustei ao ver que existiam até blogs de mulheres que compartilhavam suas histórias, então acreditei que assim como elas eu iria conseguir me tratar e descobri que o tratamento que a maioria fazia era com fisioterapeuta e logo pensei em porque não tentar, foi quando vi o relato de uma moça que havia se tratado com a Meg Martins e logo liguei para o telefone que havia na internet e conversei com ela, perguntei se realmente tinha cura e se ela poderia me ajudar. Ela estava com a agenda cheia mas conseguiu um dia para me atender e no dia 23/03/17 comecei o tratamento.

    Nos primeiros dias a Meg tentou me avaliar para ver o grau do vaginismo e eu nem deixava ela me tocar. Mas a cada dia de fisioterapia, que tem que ser feito com muita disciplina, eu ia avançando. A principio eu colocava um cotonete e depois de quatro meses eu já estava relaxando a musculatura a ponto de colocar um dilatador, da espessura do pênis, com tranquilidade e assim aconteceu a minha primeira relação sexual, da forma mais linda e maravilhosa que poderia acontecer. Na hora eu só ficava rindo de tanta felicidade e assim pude dimensionar o quão grande era o problema do vaginismo em minha vida e como ele limitava o meu corpo de poder sentir prazer e ser “mulher”! E hoje eu sou uma ex-vaginica!!!!!!! Depois de ter a primeira relação sexual sem pânico ir ao ginecologista e deixar a médica me examinar foi fácil! Lógico que fiquei com medo mas não tive muita dificuldade.

    Problemas na vida todos tem e durante esse processo de cura não foi diferente na minha vida. Tive momentos neste ano de 2017 de extrema felicidade e outros de extrema tristeza. Perdas aconteceram, mas a vida tem que seguir. Continuo na luta em busca da felicidade porque não podemos desistir, temos que lutar.

    Então da mesma forma que relatos de outras “ex-vaginicas” me ajudaram a buscar a cura, espero que o meu ajude quem esteja lendo e acredite que existe cura, mas não espere a cura chegar, busque a cura, corra atrás e insista porque o vaginismo tem cura.

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    1. Olá Laura,

      Muito obrigada por compartilhar conosco sua história!

      Ficamos sempre muito felizes em saber que foi através de depoimentos de outras ex-vagínicas que você encontrou esperança no tratamento (a seção de depoimentos do Blog tem esse objetivo), e que a partir do nosso Blog conseguiu o contato da dra. Meg!!!

      Continuaremos ajudando à todas as mulheres de alguma forma, seja fazendo o tratamento de fisioterapia e psico, indicando outros profissionais, ou trazendo esperança de que vaginismo tem cura sim!

      bjs

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  6. Bom dia eu acredito ter vaginismo. Sinto muita dor e ardência na hora que tenho relação sexual. Gostaria de saber um pouco mais sobre o tratamento, valores e formas de pagamento. Muito obrigada. Kelly

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    1. Olá Kelly,
      Se você consegue ter penetração, essa dor e ardência pode ser dispareunia ou até mesmo uma vulvodínia.
      Agora, se você não consegue ter penetração por ter esses sintomas, pode sim ser vaginismo. O ideal seria fazer uma avaliação para verificar qual é o seu caso, e aí traçar o tratamento.
      Veja esse post que escrevi sobre as diferenças de dispareunia, vaginismo e vulvodínia.
      Vou te passar mais informações por e-mail.

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